lunes, 19 de diciembre de 2011

ROCHA E ÁGUA

¿Existe alguma coisa melhor na vida que a própria vida?
¿Existe alguma coisa melhor na vida que o amor?
Minha resposta é SIM. E juro que é uma resposta ponderada, meditada, refletida e sentida.
Nâo há uma coisa melhor. Há três coisas melhores:

VIVER COM AMOR.
VIVER PARA AMAR.
AMAR PARA SENTIR QUE ESTÁS VIVO.

Considerando todos os princípios éticos e morais, e os direitos humanos, desde o direito à vida até o direito à liberdade, mas sem esquecer que sou humana e tenho crescido com meus próprios valores e princípios adquiridos ao longo dos anos, fruto da experiência e da maturidade, vou falar duma maneira muito clara e totalmente honesta. Nâo tenho medo das reivindicaçôes nem das opiniôes contrárias. Só conheço dois tipos de medo, e esses medos têm nomes concretos: MORTE e SOLIDÂO.

Eu admiro às pessoas ousadas, dinâmicas, e em definitiva, a todas as pessoas que nâo reprimen as emoçôes e os sentimentos, e portanto sâo capaces de viver sem pressâo e sem stress, mas eu sei que às vezes é precisso saber quando falar e quando calar a boca. Eu tenho 29 anos e ainda nâo aprendi a ficar em silêncio quando sei que debo calar e ficar quieta, porque sou uma pessoa imperfeita, como qualquer outro ser humano, e porque vivo num mundo de constante injustiça, mas isso nâo significa que eu nâo seja uma pessoa racional. SOU RACIONAL, e por isso acho que às vezes na vida as pessoas devem tomar decisôes que vâo contra os seus desejos, desejos que algumas vezes tornam-se egoístas.

Hoje vou falar só para ti. Vou-te falar do aborto.

Eu nâo apoio o aborto, mas considero-lo como uma opçâo em casos específicos. Apoio a LIBERDADE DE DECIDIR. Ninguém pode forçar uma mulher a abortar. Toda mulher pode fazer o que quiser com a sua vida e seu corpo, embora algumas mulheres usam a gravidez para tentar manter ou recuperar à pessoa amada. Finalmente elas acabam-se enganando, pois isso faz crescer o ódio e ressentimento em relaçâo a elas.

Estou farta de ler comentários contruídos sem fundamento e com falso moralismo sobre o aborto... Vou para o Google e procuro a palavra ABORTO. Há milares de páginas que falam sobre isso. Um 95% de pessoas dizem que ABORTO = MATAR. Eu pregunto: Matar o quê?
É tâo fácil ser ético com as palavras... mas um 80% das pessoas que falam da ética nâo sabem o que é a ética.

Um aborto nâo é um ser vivo. Nâo é uma pessoa. Nâo pode falar. Nâo pensa. NÂO SINTE. Os vivos, os adultos, pensamos e sentimos. Por tanto nosso EU é mais importante do que uma coisa que ainda nâo têm vida.

Nesta sociedade devemos ser cautelosos. Na vida há muitas responsabilidades. Comer. Pagar a hipoteca. Ter e manter o carro. Comprar. Sair com os amigos... Para ter uma vida estável nesta altura é precisso ter estudos, trabalho e economia própria. E se além de tudo isso tens amor, muito melhor. Da mesma forma, para trazer ao mundo a uma criança, os pais devem ser cientes de que essa criança vai precisar de que eles tenham trabalho, se pode ser permanente, dinheiro e duma casa com atmosfera de amor e unidade para que possa crescer em harmonia.

Todos temos o direito de ser felizes, e isso significa poder decidir com que casar e com quem formar uma família.

FAMÍLIA = pais + filhos = casa estructurada.

Trazer ao mundo a uma criança quando um dos pais nâo tem essa ilusâo e o outro o faz por indecisâo, porque nâo sabe o que quer, é imaturo ou nâo tem os méios para fazê-lo é um ato egoísta para "algo" que um dia vai nascer com o lema de BEM-VINDA CRIANÇA NÂO DESEJADA, indiferentemente de que depois seja amada pelos dois pais, embora seja em casas diferentes e vivendo em vidas paralelas.

Se há uma coisa que tenho presente e muito clara... é que o dia que eu tenha um filho vai ser num triângulo de puro amor.

Eu sei que é um momento difícil para ti. Tu nâo és culpado. O quê fizeste? Ser honesto com teus sentimentos? Amas-te a alguém que ja nâo amas. É uma coisa natural que pode acontecer. As pessoas nâo somos donos dos nossos sentimentos. Tu sabes que és excepcional, porque és sincero, e fiel com teus sentimentos. Vais ser um pai exemplar, mas nâo mereces ser agora. Nâo é assim como se fazem as coisas. Nâo agora. Nâo quando tu nâo desejas-o. Há muitos amores à espera de caminhar na nossa vida, e sempre estamos a tempo de ser pais, mas duma maneira certa, com amor mútuo que poder transmitir aos filhos.

Sabes que com filho ou sem filho eu amo-te.... e nunca poderia fazer-te nada assim. Prefiro ficar longe e deixar-te viver a tua própria felicidade.









jueves, 18 de noviembre de 2010

BORDERLINE PERSONALITY DISORDER

Patients with BPD are characterized by mood, affect, behavior, relationships with objects and self-image unestables.

Found on the border between neurosis and psychosis. Highlighted by impulsivity, suicidal acts, self-mutilation, identity problems, feelings of emptiness and boredom.

The prevalence of BPD is about 20% of the population, 10% of out patients, 20% of psychiatric patients and 30%-60% of patients with personality disorders.

It´s more common in women.

May have brain damage represents perinatal brain injury, encephalitis, head trauma or other brain disorders. A history of sexual and psychical abuse and neglect can be indicators of this disorder.

Symptoms:

- Frantic efforts to avoid real or imagined abandonment
- Unestable interpersonal relationships
- Personal identity disturbance
- Impulsiveness
- Rcurrent suicide attempts or threats
- Self-mutilation
- Affective instability. Episodes of irritability, dysphoria and anxiety
- Chronic feelings of emptiness
- Inappropiate anger
- Paranoid ideation, stress-related transient

miércoles, 17 de noviembre de 2010

THE ABSTINENCE SINDROM

And now it´s time to detoxify, because when someone becomes addicted to drugs, this is the task.
I felt wonderful under the influence of drugs, but when it ended, the grap was painful, the unsatisfied desire and that persistent impotence...
How?
What drug is this?
But... Do not I have said??
It´s just love. Simple but effective.
The oldest bar, chemistry infallible.
And again, this time, I saw it coming. I saw it from the beginning. Was almost ready (or so I thought). This is a story repeated, known, learned and lived.
So I said to myself, "nothing happens"! You calm!!
You know that if you get to fancy, then you will be shattered again when you have forget.
In short, the brain makes you surround yourself with protector skepticism.
But no use.
When the time comes, drug appears and makes magically forget everything the warnings and notices. Suddenly nothing matters.
You like. Enjoy. LIVE!
Time stops.
The past and future become sleepy. You do not even realize you´re in love!
And suddenly he´s gone. It´s not. You´re alone again. Wondering what you can do to get him back, but you know you can do anything. You try everything. You call, you seek, but only reach empty. You´re in full withdrawal.
You can not go against what you are for or against what you feel. Although no one understands you. Even if you know what are you exposed, now consciously and fully.
Government campaings say that drugs kill.
Well...
I´ve tried a few. Even I´m using, eating, drinking or loving.
I have not killed and of them, but if we must die of something, PLEASE, let me die because of love.

jueves, 13 de mayo de 2010

AQUEL DÍA...

Así después de esperar tanto, un día como cualquier otro decidí triunfar... decidí no esperar las oportunidades sino yo misma buscarlas, decidí ver cada problema como la oportunidad de encontrar una solución, decidí ver cada desierto como la oportunidad de encontrar un oasis, decidí ver cada noche como un misterio a resolver, decidí ver cada día como una nueva oportunidad a ser feliz.

Aquel día descubrí que mi único rival no era más que mis propias debilidades, y que en éstas, está la única y mejor forma de superarnos, aquel día dejé de temer a perder y empecé a temer a no ganar, descubrí que no era yo la mejor y que quizás nunca lo fui, me dejó de importar quien ganara y quien perdiera, ahora me importa simplemente saberme mejor que ayer.

Aprendí que lo difícil no es llegar a la cima, sino jamás dejar de subir.

Aprendí que el mejor triunfo que puedo tener, es tener el derecho de llamar a alguien "AMIGO".

Descubrí que el amor es más que un simple estado de enamoramiento, "el amor es una filosofía de vida".

Aquel día dejé de ser el reflejo de mis escasos triunfos pasados y empecé a ser mi propia tenue luz de este presente; aprendí que de nada sirve ser luz sino vas a iluminar el camino de los demás.

Aquel día decidí cambiar tantas cosas... aquel día aprendí que los sueños son solamente para hacerse realidad, desde aquel día ya no duermo para descansar... ahora simplemente duermo para soñar.

martes, 11 de mayo de 2010

El chiste de la POLLA NEGRA, por Brusti (Lisboa 2010)

ESTO ES UNA POLLA NEGRA QUE SE MUERE Y VA AL CIELO.
SAN PEDRO DICE: ¡COÑO, ESTO YO NO SÉ LO QUE ES!
ENTONCES SAN PEDRO SE ACERCA A LA VIRGEN Y SE LO PREGUNTA.
LA VIRGEN DICE: ¡PUES NO LO SE. SI NO FUESE POR EL COLOR PENSARÍA QUE ES EL ESPÍRITU SANTO!

sábado, 1 de mayo de 2010

El bueno al hoyo y el malo al bollo

Hace unas semanas vi en un titular del Informativo nocturno de Tele 5 que un hombre de unos ciencuenta y pico se había presentado en las dependencias de la Guardia Civil de su población, visiblemente alterado y con pistola en mano, para solicitar que "por favor" lo matasen. Al parecer, según el mismo titular, el hombre amenazó a los agentes con dispararles a ellos si no le disparaban primero a él.

Tras el titular empezó el informativo y me lo tragué enterito con tal de ver la noticia completa.

La cuestión es que "ese señor" de cincuenta y pico años de edad, sin antecedentes penales, y con pistola en mano, estaba pasando por un proceso post-traumático tras heber perdido a su familia en un accidente de coche. Y cuando hablo de familia me refiero a esposa e hijas , ¡casi nada! Sus pilares. Sus razones de ser. Se quedó comletamente sólo.

Al parecer el señor pedía a gritos que alguno de los agentes lo matara. Lo suplicaba a viva voz, alegando que él no era capaz de apretar el gatillo a falta de valor. Por la confesión del señor yo deduzco dos cosas: primera, que no necesariamente es imposible que este señor acabara suicidándose, ya que existen otros métodos menos agresivos; y segunda, que de ninguna de las maneras el señor suponía un "claro" peligro para los agentes, puesto que estos últimos eran más en número y el señor ya había dicho que no se veía capaz de apetar el gatillo, y eso inlcuye dispararse a él o a otra persona.

El desenlace de esta historia fue el siguiente. Los agente consiguieron reducir al hombre (no sería complicado ya que no se veía capaz de disparar), lo interrogaron y posteriormente lo llevaron a prisión.

Ahora vamos a hacer una comparación de este caso. Y para ello voy a poner un ejemplo que se repite de manera constante en mi ambito laboral.

Imaginemos que estamos tumbados en el sofá de nuestra casa mientras vemos el informativo nocurno de Tele 5. Uno de los titulares muestra a un hombre de unos 3o y pico años de edad, con arma blanca en mano, que se está peleando con un miembro de los Mossos D´Esquadra (policía catalana). Evidentemente, por el morbo del titular, nos tragamos la noticia entera. En ella relatan como un chico de unos 30 y pico, entra en un bar a rebosar de clientes y apunta al camarero de la barra con su arma blanca rozándole la yugular. El caco está nervioso y grita apresurado que le abra la caja fuerte y le de todo el dinero. Uno de los clientes ha podido llamar al 112 con su teléfono móvil y enseguida aparece la policía en el lugar. El caco, no conforme con haber amenazado al camarero, agrede también a uno de los agentes e incluso intenta quitarle la pistola del cinto. Consiguen reducirlo e informan al juzgado de guardia para que indique qué hacer con "el sujeto en cuestión". La reportera que sale en primer plano en el lugar de los hechos y entrevista al dueño del local informa ante la cámara de que el caco tenía varios antecedentes delictivos de robo con intimidació y agresión e incluso agunas tentativas de violación frustradas. Finalmente nos informan de que el "sujeto" ha sido trasladado a un centro psiquiátrico.

¿Hacemos un resumen?

1) Sr. de aproximadamente 50 años de edad, acude a dependencias de la Guardia Civil solicitando ayuda para morir, porque su vida no tiene ningún sentido tras haber perdido a su esposa e hijas. No tiene fuerzas ni ganas de seguir viviendo. Todo le parece absurdo. La vida para él es insignficante. Pide que le maten para acabar así con su sufrimiento. Claramente, está pasando por un proceso post-traumático, por un proceso depresivo severo. A este Sr. no le iría nada mal recibir seguimiento psiquiátrico intensivo. Sin embargo lo llevan directo a prisión. Me gustaría ver la contención ambiental y emocional que le hicieron allí.

2) Chico de aproximadamente 30 años de edad, con antecedentes delictivos, atraca un bar y amenaza al dueño con un arma blanca pegada a su cuello. No contento con eso también se lía a palos con un policía e intenta robarle el arma. Al chico le da igual todo porque es muy posible que jamás haya recibido disciplina alguna. También es probable que esté metido en algún asunto de drogas y que no obedezca ninguna de las leyes y normas de convivencia de la sociedad. A este chico lo envían directamente a un psiquiátrico y una vez allí es preciso contenerle mecánicamente en una cama ya que amenaza de muerte al personal sanitario e intenta agredirlo.

¿ Qué opináis de esto? Yo tengo mi propia opinión:

Moraleja: "Preferible es que diez culpables escapen a que uno inocente sufra"?

¿Por qué Malleus Maleficarum?


Esta es la primera entrada que escribo en mi blog personal.


Hacía tiempo que quería crear un espacio en el cual anotar mis pensamientos, críticas y reflexiones.


Soy una gran defensora del pensamiento crítico. Debo decir esto para empezar.


Para entender el título del blog, "Malleus Maleficarum", hemos de remontarnos al siglo XV, periodo en el que esta obra fue compilada y escrita por dos monges inquisidores dominicos: Heinrich Kramer y Jacob Sprenger.


El Malleus Maleficarum, (del latín: Martillo de las Brujas), es el tratado más importante que jamás se haya redactado y publicado en el contexto de la persecución de las brujas.Tanto Kramer como Sprenger eran prolíficos escritores, y parte del Malleus Maleficarum es un resumen de un exhaustivo manuscrito sobre brujería escrita por Kramer en 1485. Generalmente basado en la frase bíblica,<<A los hechiceros no los dejará con vida>>.


A parte de defender el pensamiento crítico, soy una amante de la Edad Media, especialmente en materia de medicina y cuidados. Como enfermera que soy, siempre me ha inquietado investigar a cerca de la evolución del "cuidar". La Edad Media fue una etapa dura y alarmante en esta materia. La medicina era practicada, mayoritariamente, por monjes. Ya es sabido que la medicina medieval fue una mezcla explosiva entre ciencia y misticismo. Los eclesiásticos, que eran prácticamente los únicos con acceso a cursar estudios de medicina, adjudicaban el motivo de la enfermedad a la "decisión de Dios". El origen de las mismas tenía una base espiritual. El destino, los pecados y las inlfuencias astrales tenían tanto peso como los factores físicos. A los enfermos se les practicaban sangrías (desangrados) y se utilizaban pócimas a base de plantas para tratar las heridas, los resfriados, las gripes y otras afecciones. Es sabido también que el arte del cuidar (y lo denomino así porque para mí es un verdadero arte), recaía a manos de las monjas. A ellas no se les permitía practicar la medicina. Aplicaban los tratamientos preescritos por los monges y su función estrella era la de matronas. La mujeres en global, no podían adquirir responsabilidades ni oficios fuera del hogar y del cuidado de la familia.


Algunas veces me pregunto a mí misma... ¿Qué hubiese ocurrido si de haber vivido en aquella época me hubiese dado por sugerir a uno de los monges médicos un diagnóstico para alguno de los enfermos medievales? ¿Cuan doloroso sería morir quemada en una hoguera frente a la mirada de toda la población vitoreando e insultándome a la vez que las llamas consumen mi cuerpo? ¿Qué sensaciones tendría al ser atada de brazos a una carreta y arrastrada por todo el pueblo hasta llegar al lugar de mi ejecución? Todo esto lo planteo porque muchas cuidadoras y mujeres realmente preparadas para ejercer de médicos en aquella época fueron acusadas de herejes al proponer sus remedios, alterativos a a voluntad de dios. La mujeres no valían nada. No tenían no voz ni voto. Y encima Brujas! Para que veáis que todo lo que ocurría en aquella época era producto de una mentalidad primitiva y absurda.


El Malleus Maleficarum hace que, aún viviendo en el siglo XXI, me sienta como una hereje. Así que a partir de ahora voy a plasmar todos mis pensamientos y mis opiniones en esta pequeña hoguera, que es mi blog. Si lo que escribo es bueno y puede interesarle a alguien, aquí estará para que pueda leerse. De lo contrario, siempre podemos dejar que el fuego consuma las palabas.